KDE Lovelace

Desde que eu comecei a usar o KDE, a minha maior vontade era de contribuir com código, mas para isso eu teria que estudar várias coisas diferentes (na verdade, era o que eu mais queria: um desafio), e eu admito que  por muitas vezes pensei que não seria capaz de fazer isso. Então, eu decidi começar a palestrar sobre “KDE para Iniciantes” (iniciantes como eu), pois era uma maneira de promover e contribuir o software livre de maneira mais rapida do que desenvolver.

Eu fiz uma palestra antes do Akademy, no Seminário de Software Livre do TcheLinux em Caxias do Sul, e depois, fiz mais duas palestras, uma no FISL 11 e outra no 4º Seminário de Software Livre do TcheLinux em Pelotas. Nesses eventos eu tive a oportunidade de conhecer ouros usuário do KDE, e quem sabe futuros contribuidores.

Você pode ver as fotos aqui.

Mas eu ainda não estava satisfeita, eu queria programar, e não apenas promover, então eu falei com o Millian no Akademy, comecei a estudar mais a documentação, C++ e Qt para desenvolver um plugin para o Quanta,  onde o desenvolvedor pode visualizar a página que está sendo editada em tempo real. Voê pode visualizar como ele funciona assistindo o vídeo abaixo:


(qualqer sugestão  para o page preview plugin, ou bug report serão bem vindos – eu já encontrei alguns bugs e tenho algumas idéias de como corrigir e melhorar o plugin)

Agora eu olho para o código e me pergunto: “Era só isso? Essas poucas linhas de código? Porquê eu tava coom tanto medo de não conseguir  fazer isso?” E é  por isso que eu estou escrevendo aqui, para dizer: qualquer pessoa pode fazer isso. Todos aqueles erros no terminal não são o Matrix. E a sensação depois que você consegue é ótima :-)

E para mim esse sentimento é muito parecido com o que eu sinto após uma plaestra, que eu poderia descrever como “Eu fiz o que tinha que ser feito”, pois eu não gosto de palestrar (na verdade eu ainda fico envergonhada só de ter que perguntar algo no IRC), mas isso é importante. Se você sabe de algo bom, você tem que deixar as pessoas saberem disso também. E o Software Livre é muito mais que código (apesar de eu ainda preferir essa parte), por isso é muito importante envolver mais pessoas na comunidade.

Bem, eu quero  programar mais (e mais rápido!) e vou tentar fazer mais palestras. E eu ainda tenho que escolher algo para desenvolver para  o meu trabalho de conclusão da faculdade, e com certeza vai ser para um projeto do KDE!

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KDE no Festival Software Livre BH

Publicado por: Amanda Oliveira em: 01/09/2010

O Festival de Software Livre BH surgiu a partir de um debate em uma lista de discussão aqui de Minas, a intenção principal do evento é difundir conhecimento e ampliar o uso do Software Livre. Na grade temos palestras voltadas ao KDE e o mini-curso de qt.

No primeiro festival tivemos o lançamento do site: http://kde-mg.org, as palestras: Educação é bom e o KDE gosta e funcionalidades KDE 4.x, e a partir daí nos envolvemos mais com a comunidade brasileira do KDE.

O segundo aconteceu apenas 3 meses depois do primeiro e já tivemos o mini-curso de qt e uma palestra dedicada ao novos colaboradores do KDE. Apesar do evento ter sido organizado em apenas um mês atingimos nossas metas em relação a alavancar o divulgação do KDE em Minas.

O terceiro festival aconteceu dia 14 de Agosto e contamos com a colaboração de um grupo local de uma cidade vizinha de BH, com certeza foi a edição com maior número de pessoas, tivemos a participação do Anselmo que veio de Recife palestrar sobre o KDE para iniciantes e também o Daniel que palestrou “KDE, Software Livre e inovação” .

Recebemos muitos elogios pela organização e acredito que com essas ações o projeto   KDE  se fortalecerá e aumentaremos o número de colaboradores brasileiros.

OpenHatch: facilitando os primeiros passos.

Publicado por: Camila San em: 31/08/2010

 

Baby

Baby (foto do flickr da gabi_menashe)

 

Este é o post de um convidado, o Asheesh Laroia do OpenHatch, um “engenheiro envolvido com open source”. OpenHatch é um website e um projeto em andamento para ajudar novos contribuidores a acharem o seu lugar em projetos de software livre. Há poucos meses atrás, ele importou alguns bugs do KDE bug tracker para o pesquisador de oportunidades para voluntários da OpenHatch. Eu o convidei para escrever sobre isso no meu blog. O OpenHatch também tem o seu próprio blog.)

O KDE está fazendo algo maravilhoso com Junior Jobs. Estes são pequenos bugs (muitas vezes pequenos recursos a serem implementados) que são apropriados para um novo contribuidor tentar fazer. Quando mantenedores criam estas oportunidade, eles levam uma informação que de outra maneira ficaria apenas na cabeça deles – quão fácil ou difícil um problema é – a tornam isso disponível como uma sugestão para novos contribuidores. Convenientemente, criar um “Junior Job” não traz nenhum trabalho em adicional: os mantenedores apenas tem que encontrar o bug relevante no Bugzilla do KDE e adicionar a palavra chave  junior-jobs.

Mas o KDE Bugzilla não é tão amigável. Provavelmente a leitura deste post pode lembrar uma época em que o Bugzilla parecia uma ferramenta difícil de usar. Bugzilla funciona bem (o suficiente), como interface para os mantenedores do projeto para compartilhar o status do seu  trabalho com os outros.

Mas imagine que você é um contribuinte em potencial.  Acesse a lista do Junior Jobs . (Para obter esse link, eu fui para o KDE Bugzilla e cliquei em “Junior Jobs”, no lado esquerdo.) Isto é o que eu visializei enquanto escrevia este post:

junior-jobs

Aqui estão algumas questões que eu poderia levantar como novo colaborador (e alguns comentários como eu mesmo):

  • O que “wis” e “UNCO” significam?
  • Quem é JJ? (Talvez seja as iniciais de uma pessoa, talvez ele ou ela pretendam corrigir isso.)
  • Em quais projetos esses erros estão? (Eu posso adivinhar …)
  • Onde posso obter o código fonte? (A resposta errada pode levar o contribuinte a apresentar um novo patch não aplicável para a versão mais recente.).
  • Se eu começar a fazer isso, quem pode me ajudar quando eu tiver dúvidas e não souber mais o que fazer? (Um novo colaborador pode até fazer um esforço, e mesmo assim pode se confundir com algo e desistir.)

Eu gosto de brincar que bug trackers dizem um monte de informação sobre o que é o problema, mas não explicam como resolvê-lo. Nós na OpenHatch anunciamos um grande número de projetos que estão em uma situação similar: eles anunciam  os bugs como “fácil”, “bitesize”, “junior” e direcionam os novos contribuidores direto para o bug tracker. Então, nós criamos o que chamamos de pesquisador de oportunidades para voluntários para ajudar as pessoas a encontrarem algo onde trabalhar. O programa baixa as entradas dos rastreadores de bugs, essas entradas representam centenas de projetos. (Como o OpenHatch é um software livre, também importamos os bugs do tipo “fáceis” do nosso próprio rastreador.)

Quando você olha as entradas no programa, você pode clicar no nome do projeto e ver detalhes na página da OpenHatch (nós fizemos uma para cada projeto em que alguém diz ter contribuído ou de onde nós importamos os bugs). As páginas listam as pessoas que se colocam a disposição como mentores. Contribuidores também podem escrever instruções ou sugestões de com se envolver, por exemplo, a página do Gally fez um grande trabalho respondendo “Além de escrever código, como posso contribuir?”

Se você não sabe como começar, você também pode procurar oportunidades pesquisando por linguagens de programação, pelo tipo de ajuda que você quer dar (como escrever documentação) ou apenas procurar nas páginas por algum projeto que você queira trabalhar. Você pode restringir a pesquisa a apenas aqueles que chamamos de “bitesize” (“Junior Jobs” no KDE, bugs chamados de “fácil” na linguagem de programação Python, e assim por diante).

Então OpenHatch é um projeto para pensar como as pessoas podem participar de comunidades de software livre e de construir instrumentos técnicos e estruturas sociais para fazer isso da melhor maneira. Esta ferramenta é uma coisa que nós construímos. É um projeto da comunidade, e você pode ajudar também! Dê um “oi” no IRC ou por e-mail se você quiser juntar-se a nós.

Eu gostaria de ouvir (nos comentários deste post): O que você acha sobre o nosso “pesquisador de oportunidades para voluntários”? O que você acha que funciona nessa ferramenta? O que você mudaria?

Se a Lydia me convidar para escrever novamente, vou falar sobre conseguir mais não-codificadores envolvidos no software livre. Durante o fim de semana eu conheci Lydia e Jeff do Amarok, eu tive uma idéia louca de algo que você pode construir em cima do OpenHatch. Se você quiser manter contato, entre no nosso canal de IRC ou Identi.ca / Twitter / RSS!

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Esse texto é uma tradução do post  OpenHatch: Making the first step easier do blog da Lydia, uma das colaboradoras do KDE e uma simpatia em pessoa. Thank you Lydia!
Logo, se encontrarem algum erro na tradução, por favor, me avisem.

Resultados do Akademy

Publicado por: Camila San em: 19/07/2010

Na quinta de manhã, dia 08.07, eu realizei um BoF (uma conversa, discussão informal) durante o Akademy, falando sobre Encorajar mulheres no Software Livre.  O resultado foi melhor do que o esperado, além da quantidade de pessoas que apareceram, as idéias discutidas foram bem proveitosas.

O resultado foi um brainstorming para encorajar:  Homens e Mulheres a se engajarem em algum projeto de software livre.

Por quê é bacana (incentivos) estar envolvido em uma comunidade de Software Livre?

1. Para começar, não existe Open Source, Software Livre sem comunidade. Projetos que começam isolados não vingam. Tem que contatar o pessoal que já faz algo semelhante. Como você vai saber se o que você quer desenvolver já não existe e implementado até de uma melhor maneira?

2. Você vai ter a disposição profissionais de diversas áreas dispostos a responder suas dúvidas sem cobrar nada. É muito conhecimento for free.

3. Você pode aumentar os seus conhecimentos em alguma outra língua. Digo isso por mim.  Aprimorei muito o inglês durante a viagem e diariamente por ler posts do pessoal de outros países. E ainda para quem quer aprender mais e curte estudar outras línguas, pode colaborar traduzindo!

4. Novos amigos. Com certeza, você vai encontrar pessoas muito mais nerds que você e com vários interesses em comum.

5. Mercado de Trabalho. Existem muitas empresas que trabalham com tecnologia livre e incentivam o seu uso e que estão de olho em novos talentos. E geralmente são empresas com um ambiente muito bom de se trabalhar.

Bom esses foram alguns dos pontos que levantamos e outros mais vamos tentar colocar em prática aqui.  E se você tiver mais idéias, fique a vontade de comentar =)

Brainstorming

Vídeos e apresentações Akademy 2010

Publicado por: Amanda Oliveira em: 07/07/2010

A organização do Akademy é muito eficiente e já postaram os vídeos e documentações das palestras que aconteceram por aqui: http://akademy.kde.org/program/conference

Aproveitem!!

Akademy – 4º e 5º dia

Publicado por: Amanda Oliveira em: 07/07/2010

E continua quente por aqui apesar da chuva e o céu resolveu escurecer mais um pouco esses dias.

A rotina é a mesma acordamos, tomamos café, que hoje foi sanduíche apesar que descobrimos uns yorgutes maravilhosos com pedaços de frutas no supermercado local, assim que tomamos o café já partimos para a área dos Bofs onde os grupos discutem as diretrizes dos projetos que serão feitos durante o ano e também compartilham as experiências realizadas com a comunidade.

Hoje participamos do Bof do Tomaz onde o título era – College Internships in KDE, should we try? Um professor Francês nos contou que na faculdade que ele leciona   existe uma disciplina onde os alunos para obterem nota, trabalham em projetos do KDE.

Tomaz nos falou sobre como começou a participar dos projetos de Software Livre em sua faculdade na Bahia.

No momento a Camila estuda QT para ajudar no projeto Quantam, ela conheceu o líder do projeto Millian Wolff que também está aqui no evento.

Akademy – 3º dia

Publicado por: Amanda Oliveira em: 05/07/2010

Hoje é nosso 3º dia no Akademy, a parte de palestras do evento acabou ontem com a entrega de prêmios e o fechamento oficial, a partir de hoje ocorre os BoF’s e workshops. Nós estamos participando do BoF onde todo mundo fica sentadinho nos sofás compartilhando conhecimento e informações sobre os projetos que participam.

Yes, we can

Publicado por: Camila San em: 03/07/2010

Chegamos ontem de trem em Tampere e já presenciamos o fenômeno do sol da meia-noite que na verdade vai até 2:00h da manhã e não chega se esconder totalmente,  sendo assim os dias são sempre dias. A casa de estudante onde estamos hospedado é muito aconchegante e muito bem cuidada.

O  evento começou hoje com as palestras  relacionadas ao mobile e comunidades, recebemos vários conselhos relacionados  a como melhorar a relação das pessoas dentro de uma comunidade, alias o melhor do software livre é a comunidade.

Tivemos a oportunidade de conhecer pessoas que só tínhamos contato via web como a Claudia,Celeste, Lydia, Artur e o principal desenvolvedor do KDE: Aaron Seigo.

Hoje a noite teremos a primeira festa de integração da comunidade KDE.

Já começamos a organizar as idéias que queremos expor para as pessoas em nosso BOF  (workshop/conversa informal) no Akademy  e também em nossa palestra no  FISL  (Forum Internacional de Software Livre).

Amanhã postaremos mais novidades.

Amanda e Camila

KDE para Iniciantes

Publicado por: Camila San em: 21/06/2010

Post no KDE-RS sobre a palestra que fiz no sábado passado em um evento do Tchê Linux:

http://kders.wordpress.com/2010/06/21/palestra-em-caxias-do-sul-kde-para-iniciantes/

Experience Freedom!

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O blog do KDE Piauí

Publicado por: Aracele Torres em: 11/06/2010

Pessoal, semana passada finalmente colocamos no ar o blog do grupo KDE-PI, do qual faço parte. O grupo havia sido criado oficialmente em abril deste ano durante o Akademy-Br 2010, realizado na Bahia e agora recebeu um reforço com a participação de mais membros conquistados, sobretudo, depois das atividades desenvolvidas no FLISOL 2010 Teresina.

Escrevi então um post inaugural para apresentar o grupo e os seus propósitos, que foi publicado originalmente em português no nosso blog: http://kdepi.wordpress.com e em inglês no Live Blue (blog do KDE Bahia) e, através deste, publicado no Planet KDE. Nesse post eu apresentei o povo que pretende contribuir com o KDE aqui no Brasil (que por sinal é bem variado, tem mais gente de outras áreas do que de computação e isso me alegra, pois é sinal de que aqui no estado o KDE está atingindo um público além da área de TI) e também a nossa logo, modéstia à parte linda!

Passem lá! ;)

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